Mostrando postagens com marcador texto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador texto. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de junho de 2015

Melhor deixar quieto

Levanta a mão quem nunca pesquisou no google - ou no facebook, ou em qualquer lugar da internet - o nome daquele ex, para dar uma vasculhada básica na vida do dito cujo. Pois é; daqui não vejo nenhuma mãozinha levantada, nem a minha.

Descobri, por exemplo, que aquele namoradinho fofo, cuti-cuti e totoso da adolescência se transformou num senhor reacionário e facista.

Aqueloutro, que atraía todos os olhares, mas que só tinha olhos pra mim, está uma praticamente uma ruína.

E inda um terceiro, e um quarto e... achei melhor parar.
 
Mas, cá entre nós, também pensei em qual seria e reação deles se me reencontrassem agora. Mêda!

Então, mais recomendável não mexer com o que está quieto e tratar de lembrar apenas de quando a gente achava que aquele(s) seria(m) o(s) amor(es) definitivo(s).

né, colegas?

Bisou, ;*

sexta-feira, 22 de maio de 2015

O Monstro Sagrado

Ele canta, ele dança, ele balança a pança, ele compõe, ele pinta, ele desenha, ele escreve, ele atua. E maravilhosamente bem.

Ele é o MONSTRO SAGRADO.

Entidade inatacável, porque, afinal de contas, ele mudou o rumo das artes plásticas, da música, da arquitetura, da literatura, do cacete à quatro. E temos que nos curvar agradecidos pelo privilégio de habitarmos o mesmo planeta em que vive o monstro sagrado.

Mas o monstro sagrado pode ser chato pra caramba.

Ele não gosta de dar entrevista, de fazer show, de ser fotografado, de ser reconhecido na rua. Ele dá piti.

Ele está cansado de pintar, de escrever, de compor, de atuar e, afinal de contas, o que a gente quer mais? Já não tivemos o bastante?

Nosso dinheiro já pagou o leite das crianças, o pied à terre em Paris, o uísque, a conta de luz, o salário dos empregados e, ao invés de nos sentirmos honrados em termos proporcionado o que o monstro sagrado merece, ficamos cobrando um comportamento minimamente civilizado do ser ungido pelos deuses. Somos uns ingratos.

O que deveríamos fazer é olhar o monstro sagrado com o carinho e a condescendência que olhamos para um avô impertinente. Mas acontece que o monstro sagrado não é nosso avô, nem pai, nem tio, nem nada nosso. Ele é simplesmente alguém que bota a cara na janela a partir do momento em que tira sua obra da gaveta e compartilha-a conosco, os simplesinhos.

Vale lembrar que sem os nossos sentidos, sem nossos olhos  e ouvidos , a genialidade do monstro sagrado seria apenas uma possibilidade, porque existe de fato a partir do momento em a reconhecemos como tal.

Então, como tenho cada vez menos paciência com mimimi, começo a medir meus ídolos com outra régua e penso seriamente em acrescentar "iconoclasta" ao meu sobrenome.

Bisou, ;*

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Luxo e glamour

Para mim não são sinônimos, muito pelo contrário.  Às vezes, nada pode ser menos luxuoso do que o glamour.

Luxo não tem nada a ver com dinheiro e com o que ele pode comprar.

Porque luxo mesmo é poder estar onde se quer e fazer o que se gosta. Sim, meus caros, se a gente pensar no que isso significa, luxo é mesmo para pouquíssimos.

Já glamour é diferente e tem tudo a ver com dindin; é você deslumbrante, vestida e maquiada para matar, toda trabalhada na seda e nos olhos brilhantes, sob a luz do luar ou sob a luz dos holofotes (vai por mim, comadre: glamour que preste, só à noite).

Elegância não tem nada a ver com luxo ou glamour, mas isso é assunto para outro dia.


Se eu pudesse escolher, dez a zero para o luxo, sempre.

Mas que um glamourzinho de vez em quando é bom e a gente gosta, ah, isso gosta.

Bisou, ;*

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Viagem a Terra do Nunca

Todo mundo sabe que é um perigo dizer "nunca farei", "nunca serei" ou "nunca" qualquer coisa. O risco de virar  a esquina e fazer - ou ser - exatamente aquilo é enorme e, daí, olha você pagando mico.

Mas, depois de uma certa idade e considerável experiência na bolsinha de mão, algumas coisas entram no rol do "totalmente impossível" e a gente pode, sem medo, se dar ao desfrute de fazer uma listinha com as ditas cujas.

Então, bora brincar? Dentre trocentas mil possibilidades, olha uma com dez coisas que nunca serei:

1 - Sogra
2 - Funkeira
3 - Gay
4 - Fluente em alemão (ou em qualquer outro idioma)
5 - Magra-que-veste-38 (tudo bem, vai: magra)
6 - Chefe de cozinha
7 - Siliconada
8 - Atleta
9 - Pianista
10 - Entomologista

Que fique claro que não tenho absolutamente nada contra quem é ou curte algo daí de cima.  Mas sei que comigo não vai rolar - olha ele aí - nunca. Só uma questão de auto-conhecimento mode on.

E você? Se arrisca num "nunca-nunquinha-nem-que-a-vaca-tussa"?


Bisou, ;*

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Bola fora

E aí que uma loja de perfumes e maquiagem, bem pop e nacionalmente conhecida, resolve colocar um anúncio no ar em que todas as mulheres são jovens, magras e brancas (uma delas até tem o cabelo tóim, mas não conta como negra porque a pele é branca).

Ora, ora, meus senhores: nós mulheres somos muitas e diversas; temos todos os formatos, idades e cores e todas nós, se nos der na telha, nos maquiamos e nos banhamos em perfumes.  

Então bora botar o pezinho no século XXI e acabar com essa coisa tacanha de padronizar o que quer que seja, pois, além de cafona e anacrônico, pode dar um prejuízo danado. E me parece que o negócio de vocês é vender, pois não?


Bisou, ;*

sábado, 3 de janeiro de 2015

2015, #vqv!

Pois então, leitores fiéis ou não, eis-me aqui de volta para começar 2015 já de férias - mas nem tanto - e disposta a me redimir de tanta ausência.

Bora faxinar o que merece ser faxinado e doar ou jogar fora o que me atulha os armários e a vida.

Respirar conscientemente, comer menos e melhor (atualização da minha vida pós-cigarro: milhares de tridents e uma fome ancestral...), recomeçar o pilates, costurar, exercitar a tolerância, a paciência e a gentileza.

Tentar ser uma mulher, filha, profissional, amiga, dinda e irmã bem legal, sempre presente e atenta às necessidades de meus queridos (e às minhas).

Ler pra caramba. Ver filmes pra caramba.

Cuidar da saúde, porque depois do cinquenta o corpitcho não costuma levar desaforo para casa e cobra em euros pelo que antes dava de graça.

Sol que se pôs em 1 de janeiro de 2015
Bisou e vamo que vamo, ;*

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

O caso da vesícula revoltada

E aí que um belo dia, depois uma vida inteira de drinks, fast-foods, gordurices, cristais de colesterol e coisas que tais, minha vesícula resolveu que era hora de dar um basta: gritou, esperneou, fez um escândalo e está com as malas prontas para abandonar este corpitcho que a maltratou por décadas.

Agora que ela está de aviso prévio, se vinga por todos os anos de silêncio e opressão: se por acaso como algo que a faz trabalhar um pouco mais, se retorce lá por dentro e, consequentemente, faz com que me retorça aqui por fora, com dores horríveis que só são apaziguadas com uma dose reforçada do remedinho B. 

Enfim, já estou tomando minhas providências e, em breve, estarei livre da ingrata que hoje morde as entranhas de quem literalmente a alimenta.

Até lá, cessar fogo entre nós, política de boa vizinhança e pas de gostosuras.

Já vai tarde...

Bisou, ;*

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Resumo da semana

E aí que bateu a leseira e, desde a última segunda, não fui sequer capaz de postar um negocinho por aqui.

Mas isso não quer dizer não tenha acontecido nada. Teve Dia dos Pais (muito, mas muito amô pro meu, pro seus e pros nossos <3), teve perigeu e teve muito trabalho.


Então, tentando dar conta de todos os recados, bora começar mais uma semana cheia de luz e boas vibrações.  E, para inspirar, Andrea Doria, uma das minhas prediletas desde sempre:


Bisou, ;*

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Porque encalhada ficava a sua avó

Quando uma mulher está solteira, sem namorado, marido ou coisa que o valha, o povo logo fala que a pobre está encalhada. Como uma de minhas missões nesta encarnação é desfazer mitos, refutar lendas e dar pitaco na vida dos outros, deixa eu te contar uns negocinhos:

1 - Encalhar significa ficar retido, preso no mesmo lugar, sem poder se movimentar. Tipo assim, casado.
Então, quem está solteiro na verdade está à deriva, né não?

2 - Nuzantigamente, as moças que não casavam não coisavam; e devia ser mesmo uma tristeza daquelas.
Hoje, as moças coisam antes do casamento.
Depois, segundo fontes fidedignas, talvez um pouco menos.

3 - Fica decretado que homem é mesmo uma coisa muito boa, mas só quando é bom.
Quer saber quando um homem é bom? Quando a comadre acha que ele é.
Porque, quando o homem é ruim, é pior do que sapato-salto-quinze-bico-fino-apertado.
E um homem é ruim quando a comadre acha que ele é ruim, sim, mas tem a família, o medo de ficar sozinha, a casa, o relacionamento, blá, blá, blá... (ai, meu pé!)

5 - Ter um relacionamento fixo dá trabalho: tem que estar no mínimo apresentável, com a depilação em cima e muitas vezes, em nome da paz mundial e harmonia entre os povos, se fingir de surda, cega, muda & idiota.
Porque, fia, ter um moço pra chamar de seu também implica em concessão, paciência de Jó e deglutição de batráquios.
E nem adianta fazer bico, porque é assim mesmo.

6 - Quem precisa de acompanhamento é carne de rodízio. Ponto.

7 - Homem é pra dormir junto, pra rir, pra compartilhar, pra viajar, pra fazer cafuné, pra dar abraço, pra conversar, pra conviver. Homem não legitima ninguém.

8 -  Tem que ser ótimo, obrigatoriamente. Não vale pegar o chuchu só porque é o que está à mão, quando o que a gente queria mesmo era aquela trufa de chocolate. Melhor jejuar.

9 - Gostar é uma coisa. Precisar é outra.

10 - Esteja sempre atenta às oportunidades; vai que, ao dobrar a próxima esquina, você dá de cara com um espelho e descobre o verdadeiro amor da sua vida?


Singrando os mares do amor.
Próprio.

Bisou, ;*

quinta-feira, 6 de março de 2014

Controle de qualidade: ativar!


Substantivo[editar]

SingularPlural
Femininoqualidadequalidades
qua.li.da.deDatação: século XIV; )
  1. característicapropriedade ou atributo essencial ou distintivo de algo
  2. caráter ou natureza que distingue uma coisa
  3. caráter de algo em relação à fineza ou grau de excelência
  4. alto grau; superioridade; excelência


Qualidade.

É o meu mantra e busca em 2014. Qualidade em tudo e todos, sempre em primeiro lugar, norteando minhas escolhas, ainda que isto signifique uma diminuição substancial da quantidade de seja lá o que - ou quem - for.

Porque sem querer e quase despercebidamente, a gente aceita o meia-boca e o marrômenos como se fosse tudo muito natural e acabamos atolados num lamaçal de frustrações, presos pelas canelas.

Posso até me submeter - porque às vezes é inevitável -, mas consciente de que estou engolindo um sapo que definitivamente não fará parte do meu cardápio diário.   

Nada parecido com intolerância, porém, não quero e não devo ser condescendente com o que acredito não ser o melhor para mim. 


Becca FitzPatrick em Hush, Hush

Bisou, ;*

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Ócio para quem precisa


E aí o Natal já está chegando e minhas férias... tcham-tcham-tcham-tcham: chegaram!
Ao contrário do que a imagem aí em cima pode sugerir, pas de praia, viagem e coisas que tais.
Neste caso, além do mega luxo de não ter hora marcada para absolutamente nada, vamos nos dedicar à faxina, recauchutagem e funilaria.  Reparos gerais, se é que você me entende.  Barba, cabelo e bigode. Massa corrida, demão de tinta e restauração. Dentista, pilates, médicos variados. Sangue, suor (dezembro no Rio, colega!) e nada de lágrimas.

Então, criaturas, só um instantinho, que eu vou ali e volto já.

Bisou, ;*

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

The book is on the table, John Denver & outras histórias

Todo mundo sabe que o blog tem uma pegada retrô e que eu vivo postando coisas, músicas e pessoas duzantigamente.  Mas isso não quer dizer que eu só ache bom o que já foi e não é mais. Nã, nã, ni, nã, não! Sou moça moderna, antenada e up-to-date (quer dizer, marrômenos, mas bora engolir essa potoca).

Mas hoje não pude deixar de dar um sorrisinho enviesado quando ouvi inesperadamente a musiquinha mais prego do mundo;  essa daqui, ó:

Como a minha irmã também sabia cantar essa chatice, 
gente fazia uma interpretação performática. 
ria pra caramba.

Acontece que essa foi a primeira música que - adolescentemente muito contrariada - aprendi no cursinho de inglês, lá pelos idos de Dom João Charuto - 1978, por aí. Numa aula específica, o professor colocava uma música e a turma acompanhava cantando. Constrangimento define.

Decorei a letra de várias canções desse jeito, mas as únicas que me lembro - não me pergunte o porquê - são a dita cuja aí de cima e uma do Alice Copper (How you gonna see me now). Até hoje - infelizmente no que diz respeito a Sunshine - sei cantar as duas de cor.

E prometo que, pelo menos nas próximas trocentas postagens, falo somente de coisas do século XXI!

Bisou, ;*

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Prosa com poesia é mais gostoso



Como não ter Deus?!  Com Deus existindo, tudo dá esperança: sempre um milagre é possível, o mundo se resolve.  Mas, se não tem Deus, há-de a gente perdidos no vai-vem, e a vida é burra.  É o aberto perigo das grandes e pequenas horas, não se podendo facilitar, é todos contra os acasos. Tendo Deus, é menos grave se descuidar um pouquinho, pois no fim dá certo.
Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas

Bisou, ;*

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Mensch*

Hoje foi bom.

Revi alguém muito querido e constatei que, mesmo depois de tanto tempo, ele continua merecedor da minha queridice.

Um homem que mantém os olhos brilhando, o sorriso lindo que começa na boca e se espalha por todo o corpo, o senso de humor afiado, a gentileza em dia.

Testosterona com calda de caramelo.  Pois é.

Foto de Benoit Courti

Bisou, ;*

* Mensch - palavra alemã de origem iídiche, que significa, entre outras coisas, homem másculo e terno, com fortes valores éticos.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Hebdomadária

Os milhares (oi!?) de fiéis seguidores do blog devem estar se perguntando o porquê do sumiço da autora. Então, para aplacar a insaciável curiosidade da turba pela vida das celebridades, aí vai um breve resumo do glamour vivido por mim durante a última semana:

- Segunda: frescão, trabalho normal e durante a noite pressentindo que havia algo de estranho no reino da Dinamarca;
- Terça: confirmação de que havia mesmo algo de estranho no reino da Dinamarca: uma gripe féla, devidamente instalada. Tosse, mel, espirros, febre, própolis e quilos de lenços de papel. Quilos.
- Quarta: a sonoplastia continuou a mesma e minha mesinha de cabeceira era um mix de mundo verde loja de produtos naturais com drogaria pacheco farmácia alopática. 
- Quinta e sexta: frescão, trabalho quase normal (pobre do meu chefe: dividiu a sala comigo e com todos os ruídos e vírus selvagens & furiosos que saíam d'euzinha). 
- Sábado: Dan Brown, TV, vitamina C e cama.
- Domingo: jornal, vitamina C, Dan Brown, Game of Thrones (putz, cabô!) e cama.
- Hoje: frescão, trabalho normal, sonoplastia eventual, emissão de vírus em níveis quase aceitáveis,  lenços de papel - só que medidos em gramas, não mais em quilos.

Não avisei que era puro glamour?

Eu subindo para meus aposentos, entre uma tosse e um espirro,
 usando uma camisolinha básica.

Bisou, ;*

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Exclamativa

gif daqui

Me dei conta que muitos dos títulos dos posts deste blog terminavam com um  ponto de exclamação.

Admiro muito os mistérios de umas reticências, o vigor de um bom ponto final, os questionamentos de uma interrogação e as possibilidades contidas em infinitas vírgulas.

Mas, na maior parte do tempo, acho que sou mesmo é uma mulher exclamativa.

Bisou, ;*

quarta-feira, 6 de março de 2013

Pequenas lembranças de uma pessoa retrô

Ontem ouvi a nova música que embala o romance do galã do sorriso de mil dentes e da starlet sem sal da novela das oito.

I know I'll never love this way again cantava alguém na TV, cantava a afinadíssima Dione Warwick em 1980 e cantava eu quando tinha 16 anos, trancada no quarto e convicta de que nunca amaria daquele jeito novamente. (FYI: amei, daquele jeito e de outros, muitas vezes mais)

Muito estranho pensar que:
- Em 1980, os adolescentes ouviam Dione Warwick;
- Apesar de não ter gravador há anos, até hoje guardo um K7 com essa música;
- Eu assisto à novela das oito.

Acho que eu tô ficando velha virando retrô.


Bisou, ;*

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Costurando

Eu sou uma moça prendada. Bom, pelo menos tento ser, com todas as minhas forças. Pinto e bordo, literalmente.

Minha última investida na área foi aprender a costurar: comprei um monte de livros sobre o assunto, montei um estojinho no capricho com todos os negocinhos necessários e me inscrevi num curso de corte & costura.

Te digo: curti muito as aulas e fiz a dancinha da vitória quando, depois de brigar muito com panos, linhas, moldes e agulhas, consegui terminar minha primeira peça: uma saia linda - eu acho! - que me encheu de orgulho, tanto que bastava chegar visita que lá ia eu correndo vestir a fofa, só prá me exibir, dizer que tinha sido feita por mim e escutar os elogios.  Além de ridícula, nem um pouco modesta. :)

Este blá, blá, blá todo foi só para você poder imaginar o que eu senti quando esbarrei com o vídeo aí embaixo, todo trabalhado na belezura e colorido do maravilhoso mundo dos aviamentos:


Dirigido, filmado e produzido por Christophe Thockler, em stop motion, o clipe utiliza 10.000 fotografias e o resultado é incrível.

Antes que eu esqueça: a música é bem legal, mas nem precisava...
Amei prá sempre ao cubo! <3 <3 <3

Bisou, ;*

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Dá licença?

garota vintage
Lá embaixo disse que as postagens por aqui iam rarear, mas não desaparecer durantes as férias... mas entre  ajeitadinhas na casa, um livro de novecentas páginas, cinco temporadas inteirinhas de "True Blood" e o mais puro dolce far niente, devo confessar que fiquei com preguiça de sequer entrar no blog, quanto mais postar alguma coisa.

Não que não ame muito este cantinho; muito pelo contrário! Acontece que nas férias me concedo o supremo direito do ócio sem culpa. Não me obrigo a absolutamente nada, não olho para relógios, me livro de celular e internet (na medida do possível), me afasto de jornais e fontes de informação em geral. Macunaíma mode on geral!

Porque sei que tenho um ano inteirinho pela frente, cheio de compromissos e responsabilidades e, para estar com tudo em cima, preciso deste tempo "alface way of life". É como se fosse uma limpeza, uma zerada na quilometragem. E, para mim, funciona que é uma beleza.

Na próxima sexta estou de volta para mais uma temporada, que promete ser cheia de muito trabalho e novidades. Então deixa eu por aqui mais um pouquinho, porque já, já eu volto, certo?

Bisou, ;*

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

E lá vamos nós!

 
 E aí, pessoas, abriram lindamente a porta de 2013?
 
Prontos para fazer acontecer todas a promessas feitas na virada do ano?
 
Eu não fiz nenhuma, até porque sou péssima nessa coisa de cumprir-promessas-feitas-na-virada-do-ano.
 
Mas espero que você consiga cumprir as suas, sejam elas quais forem: emagrecer, parar de fumar, fazer sexo somente com camisinha, aprender a cozinhar, não se envolver com babacas, ler mais, cuidar da saúde,  ser mais presente na vida dos seus pais/filhos/metade da laranja, ser mais equilibrado, ser menos egoísta, viajar, comprar um apê... Aff! Só de ler já fico cansada, mas mesmo assim te desejo sorte, colega!
 
E a fotinha aí de cima é só para informar que a "rapidíssima" vai dar um tempo, porque está em gozo de suas sacrossantas férias anuais, nas quais se dá o direito de tudo, menos de ser rapidíssima.
 
Ou seja, as postagens por aqui vão rarear - mas não desaparecer!

À bientôt et bisou, ;*

Assuntos parecidos:

linkwithin